Canto LXXXIX – Raven
Monday, November 9th, 2009Oi meus amigos,
hoje vou postar um poema,
Um lampejo de inspiração
No grande poeta m’ espelho então
Edgar Allan Po9e em seu tumulo a repousar
E sua obra o Corvo fico admirar.
Canto LXXXIX – Raven
É eu vou contar
Algo que vivo a recordar
Noite alta que a lua ilumina
Uma sombra que paira acima
De negras penas seu corpo recobre
Sua sombra por onde passa encobre
Um canto único tem essa cria
Que escuta-lo meu corpo arrepia
Bela criatura que tanto fascina
O seu ballet me enfeitiça
Pousa num galho na arvore vizinha
Para perto de mim agora aproxima
Que num momento de pura magia
Minha bela ave, despe de sua fantasia
E uma mulher agora se apresenta
Alva e bela formosura
Com grande desenvoltura
Para cima mim se precipita
Num toque suave dos seus lábios aos meus
O meu corpo entorpecia
Paralisado permanecia naquele lugar
Enquanto alva sombra esvaia
Na tênue luz da manha que nascia
Começo a perguntar se naquele momento
Eu tive um sonho com os olhos aberto
Mas posso afirmar
Como Poe já havia escrito
E aqui eu me repito
"Nunca Mais"algo tão belo será visto




