Cap’n Seamus Cutthroat
Thursday, April 8th, 2010Esse é um insght de um conto que estou escrevendo, espero que agrade e instigues para querem acompanhar essa história.
Cap’n Seamus Cutthroat
"Saudações
Ao lerem isso, estarei não mais dentre os viventes, considerem esse meu ultimo testemunho de quem eu fui, e o que fiz, neste mundo.
Sou Seamus Cutthroat, nasci numa pequena vila de pescadores na costa oeste da Irlanda, e desde os meus 10 anos vivo dentro de barcos, comecei como aprendiz, taifeiro, marujo até chegar onde estou hoje, Capitão do meu próprio barco o Banshee.
Ao longo desses 35 anos que vivi, eu pude presenciar muitas coisas, muitas
batalhas, algumas vezes fui ferido por lascas de madeira do casco ou convés atingido por um dos canhões inimigos, inúmeras cicatrizes que se realçam pelo minha pele morena de tanto sol que já tomei cruzando esses mares, meus cabelos cor de fogo, não ficam atrás, posso dizer que sou forte pois eu trabalhei duro para sobreviver dentro dos barcos, por este motivo deu para desenvolver uma certa musculatura.
Desde que conquistei o direito de ter meu próprio barco e tripulação e ganhei o Banshee, servi a rainha como corsário, e depois voltei a ser pirata qdo ela tirou os privilégios de proteção, estive pilhando do norte ao sul do Oceano Atlântico, hoje sou temido e conhecido como Capitão Death e meu barco como a nau dos condenados, sei que o motivo principal dessa forma minha de ser foi o dia que perdi minha Sophie, mudei sim nesse dia e passei a dar preferência ao sangue a qualquer outra coisa, Sophie você foi o meu elo com o mundo real e minha verdadeira humanidade, sem você não nada além de um poço vazio de amor e cheio de ódio.
Desde sua morte jurei nunca mais amar e partir para uma vingança particular punindo qualquer um que entre no caminho da minha nau.
Escrevi, essa carda não como maneira de pedir perdão por todas as mortes que causei, as viúvas que fiz, mas porque acredito que hoje irei para minha ultima luta pois tenho esse sonho repetitivo sempre com minha amada Sophie, e por isso sinto ser um mau agouro, de algo que está por vir.
Seamus Cutthroat,
Costa Ocidental da África, Ano do Senhor de 1595"




