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"A poesia é uma gota de um sentimento cada rima ou verso serve para demonstrar a emoção q se sente, o coração fala através das palavras e expressa um breve momento imortalizado no tempo."
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Louis Braille

2009年 01月 7日

Olá meus amigos tudo bem com vcs,

Bem estava vendo que no ultimo dia 4 fez 200 anos que nasceu Louis Braille, não sabem que é, esse homem foi quem revolucionou a vida dos cegos criando seu código de leitura o sistema Braille,

O texto abaixo foi extraído do site http://www.lerparaver.com/braille_invencao.html Lerparaver

Luís Braille era natural de Coupvray, pequena aldeia a leste de Paris, onde nasceu a 4 de Janeiro de 1809. Era o filho mais novo de Simão Renato Braille, o correeiro da localidade, e de Mónica Baron. Tinha um irmão e duas irmãs.

A sua vida foi uma vida humilde. Das mais modestas. Em 1812, quando brincava na oficina do pai, Luís Braille feriu-se num dos olhos. A infecção progrediu, transmitiu-se ao olho são, vindo o pequeno a ficar completamente cego algum tempo depois. Pouco deve ter conservado em termos de imagens visuais ou de recordações dos rostos e dos lugares que rodearam a sua infância.

Os pais souberam assegurar, da melhor maneira possível, a primeira educação deste seu filho cego. Sabe-se que Luís Braille freqüentou a escola da sua aldeia, beneficiando assim do contacto com pequenos condiscípulos videntes. Sabe-se também que quando Luís Braille chegou à escola que Valentin Haüy havia fundado com caráter privado, e que, depois de ter passado por diversas vicissitudes, tinha então o nome de Instituição Real dos Jovens Cegos, sabia fazer franjas para os arneses. Este trabalho foi a base do desenvolvimento da sua destreza manual.

O pai de Luís Braille teve conhecimento da existência da Instituição Real dos Jovens Cegos, em Paris, e escreveu repetidas vezes ao director para se inteirar dos trabalhos que ali se realizavam e certificar-se de que eram verdadeiramente úteis para a educação do seu filho. Depois de algumas hesitações, decidiu-se pelo internamento.

Luís Braille deu entrada na Instituição em 15 de Fevereiro de 1819. Ali estudou e leu nos livros impressos em caracteres ordinários, ideados por Valentin Haüy. Era habilidoso, aplicado e inteligente. Caráter sério, dele também se pode dizer que era a honradez em pessoa. Espírito metódico e apaixonado pela investigação, nele predominava a imaginação criadora e a mentalidade lógica.

A partir de 1819 Luís Braille viveu uma vida de internado na Instituição dos Jovens Cegos, que foi para ele como que um segundo lar. Mas passava as suas férias em Coupvray e aqui residiu também todas as vezes que a doença o obrigou a prolongados repousos. Em Coupvray permaneceram os seus restos mortais desde 10 de Janeiro de 1852, já que a sua morte se verificou em Paris, a 6 do mesmo mês.

No centenário da sua morte, em Junho de 1952, representantes de quarenta países foram em romagem a Coupvray, ao túmulo de Luís Braille, e acompanharam a transladação do seu corpo para o Panteão dos Homens Ilustres. Era o reconhecimento da França, para quem o nome de Braille é um raio do esplendor da intelectualidade e do humanismo francês. Era a gratidão dos cegos de todo o mundo, para quem Braille, mais do que um nome, é um símbolo. Símbolo da emancipação conquistada, para todos os cegos, por um dos seus.

$ Graças a esse homem muitos puderam ler e começar a ter uma vida mais normal, deve ser reconhecido por sua grandiosidade por isso essa homenagem a ele.
Uma bela quarta para todos $

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Piadinha

2009年 01月 6日

Uma piadinha recebida por email, para animar a semana.
Devo voltar as visitas essa semana nossa estou quebrado, com um projeto q estou fazendo.

“….Tudo começou quando uma turma de direito de uma faculdade resolveu
transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus.

O resto da história, está contado aí embaixo, na forma de frases.
A Turma de Direito fez a seguinte frase: “Seu namorado faz direito? Não? ‘Vem cá que eu faço”.

Em seguida, o Pessoal de Medicina largou a seguinte frase: “Ele pode
até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu.”

O Pessoal de Administração não deixou para menos: “Não adianta conhecer
o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!!”

O pessoal de Administração ficou bem na fita, quando a Turma de Agronomia
apareceu com a seguinte frase: “Uns conhecem bem, outros fazem direito,e alguns sabem
administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!”

Acha q terminou por aí?? Nem pensar… Dai veio o Pessoal da Publicidade e largou
esta: “De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois
não puder contar pra todo mundo?”
Logo veio a Turma da Engenharia participar também da brincadeira: “De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber
administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para
fazer varias vezes?”

Mas a frase campeã foi realmente a da Economia: “De que adianta conhecer
bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter
energia e potência para fazer varias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro???”

$ uma bela terça para todos $

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Llyfr I - O Bardo e a Dama

2009年 01月 5日

Venham, não tenham medo.
Sentem ao redor da fogueira, tenho muitas canções para vos mostrar, espero que possam viajar em minhas palavras,  amores, batalhas, tudo a vocês irei apresentar, sonhem na melodia de minhas palavras.

Llyfr I - O Bardo e a Dama

A tempos atrás, um bardo, seguia seu caminho, cantando suas canções, para trazer as pessoas, conforto, alegria e prazer.
Já não lembrava a quanto tempo na estrada estava, ou por quantas cidades passara
Mas sabia q seguir, adiante deveria seguir.
Certa vez de passagem por uma aldeia, igual a muitas q já havia visitado, algumas casa simples para os aldeões, e outras maiores com bons salões paras o senhores das terras, caminhava pelas ruelas,em busca de um lugar para poder descansar, e a noite por ali passar, finalmente encontrou uma casa, q lhe daria abrigo, e em agradecimento cantaria suas canções, e uma modesta quantia de peças de prata.
Ele resolver permanecer, por mais q uma noite, a fim de descansar de suas jornadas, e se prevenir de uma tempestade q sentira vir, aproveitou o dia claro para caminhar pela aldeia,  assim ele teria inspiração para novas canções.
Ele, estava envolvido em seus pensamentos, quando viu, algo q mudaria em muito o seu pensamento, era uma jovem, de pele clara, e longos cabelos negros, q contratava em muito com sua pele alva, por pouco sair ao sol, ele procurou saber quem era tão bela dama e soube tratar-se da filha do senhor de armas da cidade, não era um homem rico, mas era muito respeitado.
Ele sentiu seu coração pulsar mais forte, perante aquela linda visão, ele não sabia o q fazer, queria se apresentar para ela mas não naquelas roupas de viagem, q já estavam sujar e barro, ele resolver q tentaria encontrar com ela no dia seguinte melhor trajado e munido de uma nova canção.
Na manha seguinte, o sol nem tinha se elevado completamente e lá estava ele perto do poço no centro da aldeia, ele pois a cantar sua canção, de pura emoção para o coração da jovem conquistar, as palavras fluíam de forma clara, límpida, o q ele via era um doce sorriso, q vinha dela, nada mais, e ele ficou assim por uns dias.
Um mensageiro certa manha veio ao seu encontro, com uma mensagem da jovem dama, q com ele queria encontrar, em sua cabeça passou muitas coisas, mas o desejo de que ele a tenha conquistar era o mais forte em seus pensamentos, ele estava ansioso pelo momento em q iriam se encontrar, a hora vou passando, o seu já tinha passado do seu pico a muito tempo estava quase no momento q ele tanto esperava.
Ele pegou em sua sacola, a roupa mais limpa q tinha, penteou o cabelo fazendo uma trança, para que ele ficasse bem arrumado, ajeitou a curta barba, e partiu de encontro a jovem q mexeu com seu coração.
Ele chegou ao local marcado e esperou por alguns minutos que ela chega-se, já se aproximava o fim da tarde, havia claridade, mas as sobras da noite se mostravam cada vez mais presente.
_ Bela dama, não sabes como esperei por este momento, em q pudesse estar em sua presença.
Disse ele com um grande sorriso.
_ Sabes porque o chamei aqui, mestre bardo.
Pela primeira vez ele pouco ouvir a voz de sua paixão, poderia ser a voz mas esquisita que qualquer um já ouviu, mas para ele soava com p canto de um rouxinol.
_ Penso q sei, milady, mas gostaria de ouvir com suas próprias palavras.
Ele não conseguia esconder o nervosismo pelo q passava, a esperança q tinha, q em poucos instantes saberia.
_ Pois bem, vós tem feito belas canções, para mim, eu o vejo todo os dias declamaras para mim, mas gostaria, vós parasse com elas.
Foi um choque para ele, pois não esperava essa reação dela.
_ Mas milady o q fiz te desagradou, é por causa de minhas indumentárias, ou por eu ser um bardo,um andarilho?
Indagava ele, com uma certa angustia
_ Não é por isso
_Seria o que então?
Indagou ele novamente, ela com doce sorriso nos lábios, fez um carinho no rosto do bardo e começou a falar.
_ Agradeço suas palavras bardo, mas não as mereço, pois meu coração a outro já pertence, não seria justo, vós cantar belas canções para um coração que a ti, não quero q se entristeça, pois tem um coração belo e um dia suas canções encontrarão uma morada.
_ Não importa isso bela dama.
Disse ele escondendo a tristeza do momento.
Antes de se afastar dela ele começou a usa ultima canção a ela.

Bela dama
Não sou digno de ti
Mas saibas que aqui
Em meu coração
Serás sempre a primeira
Encontrará em mim
Um fiel admirador
Que dedicará por ti
O verdadeiro amor
Não negarei que em minha alma
Uma tristeza começa a tocar
Porque ao seu lado não posso estar
Não se preocupe minha dama
Nos meus versos
Irei imortalizar
E ao mundo irei cantar como fortunado fui
De um dia te encontrar
E todos conheceram
Tão linda dama
Fiquei a enamorar
Farei todos sonharem
Com esse amor
Que a ti entreguei
E a partir de hoje
Para mim não serás dama
E sim minha rainha

Dizendo isso ele saiu, ele se afastou e foi de volta a casa que o abrigou por esses dias, pegou suas coisas e foi em direção a fora da aldeia, guardando a imagem do rosto de sua dama, ou melhor com ele se referia a ela sua rainha, seguindo agora novas trilhas, feliz, com o coração cheio, para compor mais e belas canções de amor, para fazer todos sonharem com a felicidade de amar.

Essa é uma pequena historia de alguém q pode ser qualquer um, num dia, encontrar outra pessoa e perceber o q realmente é amar, o verdadeiro significado de tudo, amar propriamente não precisa estar perto, viver o amor em todas suas dimensões em todo seu existir.

Bem meus amigos agora fico aqui, vendo a fogueira queimar, vão para seus entes queridos, são sonhar…

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